A vitória do amor

Mil anos depois (veja Apocalipse 20), Cristo volta à Terra acompanhado pelos salvos e por uma comitiva de anjos. Ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para receber a condenação. Estes surgem como um grande exército, incontável como a areia da praia, e trazendo sobre si os traços da doença e da morte. Que contraste com os salvos!

Todos os olhares se voltam para contemplar a glória do Filho de Deus. A uma só voz, as multidões dos ímpios exclamam: "Bendito é o que vem em nome do Senhor" (Mateus 23:39). Não é o amor que inspira essa declaração. É o peso da verdade que faz surgir involuntariamente essas palavras em seus lábios. Os ímpios saem da sepultura exatamente como eram quando desceram a ela, com a mesma inimizade contra Cristo e com a mesma atitude de rebelião. Não terão outra oportunidade para corrigir os defeitos da vida.

Disse o profeta: "Naquele dia os Seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras, [...] e o monte se dividirá ao meio" (Zacarias 14:4). Descendo do Céu, a Nova Jerusalém repousa sobre o lugar preparado, e Cristo, com Seu povo e os anjos, entra na cidade santa.

Satanás toma a decisão de não se render no grande conflito. Reune sob sua bandeira os perdidos. Rejeitando a Cristo, aceitaram o governo do líder rebelde, e estão prontos para receber suas ordens. Porém, fiel à sua astúcia original, ele não se apresenta como Satanás. Pretende ser o príncipe que é o legítimo dono do mundo, e cuja herança foi dele extorquida ilegalmente. Apresenta a si mesmo como um salvador, garantindo a seus súditos iludidos que foi o seu poder que os tirou da sepultura. Torna forte aquele que é fraco e a todos inspira com seu espírito e energia, propondo-se a conduzi-los para tomar posse da cidade de Deus. Aponta para os incontáveis milhões que foram ressuscitados dentre os mortos, e declara que, como seu líder, é capaz de retomar seu trono e reino.

Naquela vasta multidão há muitos que pertenceram ao povo de grande longevidade que existiu antes do Dilúvio, pessoas de grande altura e gigantesco intelecto. Indivíduos cujas maravilhosas obras de arte levaram o mundo a idolatrá-los, mas cuja crueldade e invenções más fizeram com que Deus os eliminasse da Terra. Há reis e generais que jamais perderam uma batalha. Na morte não experimentaram mudança alguma. Ao saírem da sepultura, são movidos pelo mesmo desejo de vencer que os governava quando morreram.

Satanás consulta esses homens poderosos. Eles declaram que o exército dentro da cidade é pequeno em comparação com o seu, podendo ser vencido. Hábeis inventores constroem instrumentos de guerra. Chefes militares organizam em companhias e batalhões aqueles que possuem habilidade para a batalha.

Finalmente é dada a ordem de avançar, e o incontável exército se põe em movimento – exército tal como as forças combinadas de todas as épocas jamais poderiam igualar. Satanás assume a liderança; reis e guerreiros estão em seu exército. Com precisão militar as fileiras avançam juntas pela rachada superfície da Terra, em direção à cidade de Deus. Por ordem de Jesus, são fechadas as portas da Nova Jerusalém, e os exércitos de Satanás se preparam para atacar.

Então, Cristo aparece diante de Seus inimigos. Muito acima da cidade, sobre uma base de ouro polido, está um trono. Sobre este assenta-Se o Filho de Deus, e ao redor estão os súditos de Seu reino. A glória do Pai eterno envolve Seu Filho. O resplendor de Sua presença se estende para além das portas, cobrindo toda a Terra com seu esplendor.

Mais próximos do trono estão aqueles que uma vez foram dedicados na causa de Satanás, mas que, arrancados como tições do fogo, seguiram seu Salvador com intensa devoção. Em seguida, estão aqueles que aperfeiçoaram o caráter em meio de falsidade e incredulidade, que honraram a lei de Deus quando o mundo a considerava anulada, e os milhões de todas as épocas, que se tornaram mártires pela sua fé. E além está a "grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas [...] com vestes brancas e segurando palmas" (Apocalipse 7:9). Terminou a sua luta, foi ganha a vitória. O ramo de palmas é um símbolo de seu triunfo, e as vestes brancas são um emblema da pureza de Cristo que agora possuem.

Em toda aquela multidão ninguém atribui a salvação a si mesmo, como se a tivessem alcançado por sua própria bondade. Nada dizem sobre aquilo que sofreram. A nota fundamental de todo o cântico é: A salvação pertence ao nosso Deus e ao Cordeiro.

Na presença dos habitantes reunidos da Terra e do Céu, é realizada a coroação do Filho de Deus. E agora, investido de majestade e poder supremos, o Rei dos reis pronuncia a sentença sobre os rebeldes que desobedeceram Sua lei e oprimiram Seu povo. "Depois vi um grande trono branco e Aquele que nele estava assentado. A Terra e o céu fugiram da Sua presença, e não se encontrou lugar para eles. Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo o que estava registrado nos livros" (Apocalipse 20:11, 12).

Quando o olhar de Jesus contempla os ímpios, eles se conscientizam de todo pecado que cometeram. Veem onde seus pés se desviaram do caminho da santidade: as sedutoras tentações que promoveram na transigência com o pecado, os mensageiros de Deus que desprezaram, as advertências que rejeitaram, a misericórdia repelida pelo coração duro e que recusava o arrependimento – tudo aparece muito claro na mente deles.

Acima do trono é revelada a cruz. Semelhante a uma vista panorâmica, aparecem as cenas da queda de Adão e as sucessivas etapas do plano da salvação. O humilde nascimento do Salvador; Sua vida de simplicidade; Seu batismo no Jordão; o jejum e a tentação no deserto; Seu ministério revelando aos seres humanos as mais preciosas bênçãos do Céu; os dias repletos de atos de misericórdia, as noites em oração nas montanhas; as conspirações de inveja e maldade com que eram retribuídos os Seus benefícios; a misteriosa agonia no Getsêmani, sob o peso esmagador dos pecados do mundo; Sua traição nas mãos da multidão assassina; os eventos daquela noite de horror, o Prisioneiro que não opunha resistência, abandonado por Seus discípulos, denunciado no palácio do sumo sacerdote, no tribunal de Pilatos, diante do covarde Herodes, zombado, insultado, torturado e condenado à morte – tudo é retratado de maneira intensa.

Em seguida, perante a multidão agitada, são reveladas as cenas finais: o paciente Sofredor trilhando o caminho até o Calvário; o Príncipe do Céu suspenso na cruz; os arrogantes sacerdotes e rabis zombando de Sua agonia mortal; as trevas sobrenaturais marcando o momento em que o Salvador do mundo entregou a vida.

O terrível espetáculo aparece exatamente como foi. Satanás e seus súditos não têm poder para desviar o olhar. Cada ator relembra a parte que desempenhou: Herodes, matando as inocentes criancinhas de Belém; a desprezível Herodias, culpada pelo sangue de João Batista; o fraco Pilatos, escravo das circunstâncias; os soldados zombadores; a multidão furiosa que clamou: "Que o sangue dEle caia sobre nós e sobre nossos filhos!" (Mateus 27:25). Todos procuram em vão ocultar-se da majestade divina do rosto de Cristo, enquanto os salvos lançam suas coroas aos pés do Salvador, exclamando: "Ele morreu por mim!"

Ali está Nero, monstro de crueldade e vício, contemplando a exaltação daqueles em cuja angústia encontrou prazer satânico. A mãe dele testemunha aquelas ações, vendo como os maus traços, os maus desejos desenvolvidos por sua influência e exemplo resultaram nos crimes que fizeram o mundo estremecer.

Ali estão líderes espirituais que pretendiam ser embaixadores de Cristo, mas utilizaram a tortura, a masmorra e a fogueira para dominar o Seu povo. Ali estão os orgulhosos seres humanos que se exaltaram acima de Deus e ousaram mudar a lei do Senhor. Eles têm uma conta a prestar a Deus. Tarde demais chegam a ver que o Todo- poderoso cuida de Sua lei. Percebem agora que Cristo Se identifica com os sofrimentos de Seu povo e sofre com ele.

Todo o mundo ímpio é agora acusado de alta traição contra o governo de Deus. Não existe ninguém para defender a causa dos perdidos; encontram-se sem desculpa; e a sentença de morte eterna é pronunciada contra eles.

Os ímpios veem o que perderam por sua rebelião. "Tudo isso", exclama o perdido, "eu poderia ter conseguido. Que tremenda presunção! Troquei a paz, a felicidade e a honra pela miséria, infâmia e desespero." Todos veem que sua exclusão do Céu é justa. Através de sua vida declararam: "Não queremos que este homem, Jesus, reine sobre nós."

Extasiados, os ímpios contemplam a coroação do Filho de Deus. Veem em Suas mãos as tábuas da lei divina que desprezaram. Testemunham o irromper de adoração por parte dos salvos; e ao espalhar-se a onda de melodia sobre as multidões fora da cidade, todos exclamam: "Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!" (Apocalipse 15:3). Ajoelhados, adoram o Príncipe da vida.

Satanás parece paralisado. Havendo sido uma vez o querubim principal, lembra-se de onde caiu. Está excluído para sempre do lugar em que recebeu tantas honras. Vê que outro se encontra perto do Pai, um anjo de majestosa presença. Sabe que a elevada posição desse anjo poderia ter sido sua.

A memória recorda o lar de sua inocência, a paz e contentamento que eram seus até se rebelar. Lembra-se de suas ações entre os seres humanos e os resultados disso: a inimizade das pessoas para com seus semelhantes, a terrível deterioração da vida, a destruição de reinos, os tumultos, conflitos e revoluções. Recorda seus constantes esforços em oposição ao que Cristo realiza. Quando contempla os resultados de seu trabalho, vê apenas fracasso. Inúmeras vezes, durante o grande conflito, foi derrotado e obrigado a se render.

O objetivo do grande rebelde sempre foi provar que o governo de Deus era o responsável pela rebelião. Levou multidões a aceitar esse ponto de vista. Durante milhares de anos, esse conspirador tem apresentado a falsidade em lugar da verdade. Mas agora é chegado o tempo em que devem ser revelados a história e o caráter de Satanás. Em seu último e grande esforço para ocupar o trono de Cristo, destruir Seu povo e tomar posse da cidade de Deus, o enganador é completamente desmascarado. E os que se uniram a ele constatam o fracasso completo de sua causa.

Satanás vê que sua rebelião voluntária o desqualificou para o Céu. Durante todo o tempo, esteve aprimorando suas habilidades para lutar contra Deus. Para ele, a pureza e harmonia do Céu seriam uma tortura infinita. Ele se curva e reconhece a justiça da sentença que recebeu.

Todas as questões sobre a verdade e o erro no prolongado conflito foram finalmente esclarecidas. Os resultados da rejeição aos mandamentos de Deus foram revelados diante de todo o Universo. A história do pecado permanecerá por toda a eternidade como testemunha de que a felicidade de todos os seres criados depende da existência da lei de Deus. O Universo inteiro, tanto fiéis quanto rebeldes, de comum acordo declara: "Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações" (Apocalipse 15:3).

É chegada a hora em que Cristo é glorificado acima de todo nome. Foi pela alegria que Lhe estava proposta – levar muitos filhos à glória – que Ele suportou a cruz. Olha para os resgatados, renovados à Sua própria imagem. Contempla neles os resultados de Seu grande sofrimento e fica satisfeito (veja Isaías 53:11). Com voz que atinge as multidões, justos e ímpios, Ele declara: "Eis a aquisição de Meu sangue! Por estes sofri, por estes morri."

O caráter de Satanás permanece sem mudança. A atitude de rebelião, como poderosa torrente, explode mais uma vez. Ele decide que não se renderá no último e desesperado conflito contra o Rei do Céu. Mas dentre todos os incontáveis milhões que seduziu à rebelião, agora ninguém mais reconhece a supremacia dele. Os ímpios estão cheios do mesmo ódio a Deus que inspira Satanás, mas percebem que seu caso é sem esperança.

"Sobre os ímpios Ele fará chover brasas ardentes e enxofre incandescente" (Salmo 11:6). Deus envia fogo do Céu. A Terra se fende. Chamas devoradoras irrompem de cada abertura no solo. As próprias rochas estão ardendo. Os elementos são desfeitos pelo calor, e também a Terra e tudo o que nela há são queimados (veja 2 Pedro 3:10). A superfície da Terra parece uma massa derretida – um vasto e fervente lago de fogo.

Os ímpios são punidos de acordo com o que tinham feito (veja Mateus 16:27). Satanás tem de sofrer não somente pela sua própria rebelião, mas por todos os pecados que levou o povo de Deus a cometer. Nas chamas, os ímpios são finalmente destruídos, raiz e ramos (veja Malaquias 4:1); Satanás é a raiz, e seus seguidores são os ramos. A penalidade completa da lei foi aplicada; satisfeitas, as exigências da justiça. Está para sempre terminada a ação destruidora de Satanás. Agora as criaturas de Deus estão livres para sempre de suas tentações.

Enquanto a Terra está envolta em fogo, os justos habitam em segurança na cidade santa. Ao mesmo tempo que Deus é um fogo consumidor para os ímpios, para o Seu povo é um escudo (veja Apocalipse 20:6; Salmo 84:11).

"Então vi novos céus e nova Terra, pois o primeiro céu e a primeira Terra tinham passado" (Apocalipse 21:1). O fogo que consome os ímpios purifica a Terra. Todo vestígio de maldição é removido. Não existirá nenhum inferno a arder eternamente para manter diante dos resgatados as terríveis consequências do pecado.

Apenas uma lembrança permanece: nosso Salvador levará para sempre as marcas de Sua crucifixão, os únicos vestígios da ação cruel do pecado. Através das eras eternas, os ferimentos do Calvário proclamarão o louvor a Cristo e declararão o Seu poder.

Cristo afirmou a Seus discípulos que iria preparar moradas para eles na casa de Seu Pai (veja João 14:2). A linguagem humana é inadequada para descrever a recompensa dos justos. Apenas os que a contemplarem poderão conhecê-la. Nenhuma mente finita pode compreender a glória do paraíso de Deus.

Na Bíblia, a herança dos salvos é chamada de "pátria" ou país (veja Hebreus 11:14-16). Ali, o Pastor celestial conduz Seu rebanho às fontes de águas vivas. Existem correntes de águas sempre a fluir, claras como cristal, e ao lado delas, árvores ondulantes projetam sua sombra sobre os caminhos preparados para os resgatados pelo Senhor. Ali, extensas planícies tornam-se colinas de beleza, e as montanhas de Deus erguem seus elevados cumes. Nessas pacíficas planícies, ao lado daquelas correntes vivas, o povo de Deus, durante tanto tempo peregrino e viajante, encontrará um lar.

"Construirão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão do seu fruto. Já não construirão casas para outros ocuparem, nem plantarão para outros comerem. [...] Os Meus escolhidos esbanjarão o fruto do seu trabalho" (Isaías 65:21, 22). "O deserto e a terra ressequida se regozijarão; o ermo exultará e florescerá como a tulipa" (Isaías 35:1). "O lobo viverá com o cordeiro, o leopardo se deitará com o bode [...] e uma criança os guiará. [...] Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o Meu santo monte" (Isaías 11:6, 9).

A dor não pode existir no Céu. Lá não mais haverá lágrimas nem cortejos fúnebres. "Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou" (Apocalipse 21:4). "Nenhum morador de Sião dirá: 'Estou doente!' E os pecados dos que ali habitam serão perdoados" (Isaías 33:24).

Ali está a Nova Jerusalém, a metrópole da nova Terra glorificada. "O seu brilho era como o de uma joia muito preciosa, como jaspe, clara como cristal. [...] As nações andarão em sua luz, e os reis da Terra lhe trarão a sua glória. [...] Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais Ele viverá. Eles serão os Seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus" (Apocalipse 21:11, 24, 3).

Na cidade de Deus "não haverá mais noite" (Apocalipse 22:5). Não haverá cansaço. Sentiremos sempre o frescor da manhã, e ela nunca terá fim. A luz do Sol será substituída por um brilho que não é ofuscante, e, contudo, ultrapassa incomparavelmente o fulgor de nosso Sol ao meio-dia. Os salvos andam na glória de um dia perpétuo.

"Não vi templo algum na cidade, pois o Senhor Deus todo- poderoso e o Cordeiro são o seu templo" (Apocalipse 21:22). O povo de Deus tem o privilégio de manter aberta comunhão com o Pai e o Filho. Contemplamos agora a imagem do Criador como que refletida num espelho, mas naquele momento veremos a Deus face a face, e nada vai impedir esse contato direto.

Na nova Terra, o amor e a simpatia que o próprio Deus plantou no coração encontrarão o mais verdadeiro e suave exercício. O relacionamento puro com os seres santos e com os fiéis de todas as épocas, os sagrados laços que reúnem "toda a família nos Céus e na Terra" (Efésios 3:15) – tudo isso contribui para a felicidade dos salvos.

Ali, com alegria que jamais se cansará, mentes imortais contemplarão as maravilhas do poder criador, os mistérios do amor que salva. Todas as habilidades serão desenvolvidas, todas as capacidades serão ampliadas. Adquirir conhecimento não esgotará as energias. Os mais grandiosos empreendimentos poderão ser executados, alcançadas as mais elevadas aspirações, realizadas as mais altas ambições. E surgirão ainda novas alturas a atingir, novas maravilhas a admirar, novas verdades a compreender, novos objetivos a despertar as habilidades da mente e do corpo.

Todos os tesouros do Universo estarão abertos aos resgatados por Deus. Livres da morte, levantarão voo incansável para os planetas distantes. Os filhos da Terra têm acesso à alegria e sabedoria dos seres que nunca pecaram e compartilham da sabedoria adquirida durante séculos e séculos. Com visão clara, olham para a glória da criação – sóis, estrelas e sistemas planetários, todos na sua indicada ordem, circulando ao redor do trono da Divindade.

À medida que passam os anos da eternidade, surgirão mais e mais gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Quanto mais os seres humanos aprendem sobre Deus, mais admiram Seu caráter. À medida que Jesus abre diante deles as belezas da salvação e Suas maravilhosas realizações no grande conflito contra Satanás, o coração dos salvos vibra com devoção, e milhões de milhões de vozes se unem para expandir o poderoso coro de louvor.

"Depois ouvi todas as criaturas existentes no Céu, na Terra, debaixo da Terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam: 'Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!'" (Apocalipse 5:13).

O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única pulsação de harmonia e alegria vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e felicidade por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeita alegria, declaram que Deus é amor.

A Grande Esperança
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